Os 7 Mitos do Marketing Digital

Os 7 Mitos do Marketing Digital

É, para mim, um privilégio muito grande falar-te acerca de 7 mitos que podem ser destrutivos para o negócio de qualquer pessoa na Internet, e também em termos de Marketing Pessoal.


1º Mito do Marketing Digital – Ter Valor é ter Sucesso

O 1º desses mitos é que o valor é intrínseco a um produto ou uma pessoa e que, por causa de ser valioso, vai automaticamente ter sucesso.
Não é verdade e nunca foi verdade.

Imagina que tens uma profissão muito valorizada, és uma pessoa de muito valor na profissão que tens e pensas que, por causa disso, um dia, serás descoberto, as pessoas à tua volta irão valorizar-te, o teu patrão vai-te dar um aumento ou vai promover-te. Se tens essa experiência já sabes que não é assim.

A mesma coisa se passa relativamente a produtos. Tens um produto extraordinário para vender, mas, se não souberes comunicar o valor desse produto, ter uma audiência e saber comunicar com ela então nada vai acontecer. Não é garantido com coisa nenhuma.

Então esta era a primeira coisa a que te queria chamar a atenção, este primeiro mito de que o sucesso e o valor estão sempre em conjunto não é verdade.

O que não falta no mundo são pessoas talentosas e fracassadas.
Porquê? Porque não sabem comunicar o valor e o talento que têm com o seu mercado.

Para evitares este mito é preciso limpares um bocadinho o cérebro, começares a pensar de forma diferente e começares a pensar em expores-te. O Woody Allan dizia que o sucesso é 80% exposição e 20% de talento.

Claro que é preciso ter talento mas é preciso muito mais exposição.

Este é o Mito 1: o valor de um produto ou de uma pessoa automaticamente representa sucesso. Este é um mito que tens de limpar da tua prática diária na Internet.

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2º Mito do Internet Marketing – Preços Baixos

2º Mito do Marketing Digital – Preços Baixos

Muitas pessoas pensam que, se têm um produto e querem aumentar as vendas desse produto, devem baixar o preço. Claro que isso é uma estratégia como qualquer outra, tem as suas vantagens e desvantagens mas, seguramente, tem as suas consequências.

Se tens um produto de alto valor, então o preço deve estar associado a esse valor.

Como é que estabelecemos o valor certo para um produto?

É típico pensar em termos de custo e de margem. O produto custou-me 10, ponho uma margem de 10 e então fico com um produto de 20. Neste caso ponho 100% de margem e é uma forma simples de calcular um preço de venda, partindo de um preço de custo mais uma margem.

Mas, no mercado do valor das pessoas e do valor dos produtos, não estamos a falar de preço de custo e preço de venda, estamos a falar do valor percebido. Então se conseguires que o teu produto, ou a tua pessoa, ou os teus serviços sejam percebidos pela sua audiência como de altíssimo valor tu podes ganhar uma fortuna.

Porque o que dá valor ao que tens não és tu, mas sim o teu mercado. Por isso precisas de criar bases sólidas de relação com o teu público, credibilidade e encontrar soluções para o desejo do teu público. Estas são as coisas que o teu público valoriza.

A teoria do preço baixo, realmente, é uma teoria muito fraca que deves eliminar da tua prática diária no teu Marketing Pessoal.
O preço baixo não é equivalente a mais sucesso ou a mais vendas mas é, normalmente, equivalente a uma quebra na tua credibilidade.
Então pensa nisso quando pensares em baixar o preço dos teus produtos ou serviços, seja na Internet ou fora dela.

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3º Mito do Marketing Digital – O Faz Tudo

3º Mito do Marketing Digital – O Faz Tudo

“Eu sou autónomo”, “eu sou auto-suficiente”, “eu consigo-me desenrascar, sou uma pessoa inteligente”, “se estudar umas coisas depois consigo fazer tudo à minha maneira”, “eu não preciso de ninguém”.
Este mito é um dos principais responsáveis pela quebra e queda de quase todos os negócios de Marketing Pessoal na Internet. Porquê?

O facto de nós fazermos tudo sozinhos implica duas coisas:

1. Ninguém é muito bom em tudo, então algum aspeto do teu marketing vai ser mais pobre.

A tua cadeia de valor, o que comunicamos ao mercado é como uma corrente e a força da corrente equivale à força do seu elo mais fraco. Então tens de ter texto de alto nível, vídeos de alto nível, gráficos de alto nível se quiseres transmitir uma imagem de alto nível, uma imagem profissional.

Por exemplo, podes ter um conteúdo espetacular mas se tem um logótipo fraco vai afetar o conteúdo, porque a imagem que estás a passar é uma de amador.

Então este mito de “eu sou capaz de fazer tudo” tem esta desvantagem: vai criar elos fracos na tua corrente de valor.

2. Não fazer Networking. Esta é outra desvantagem que acho ainda pior, e é consequência da primeira.

Pelo facto de não pedires colaboração, não te juntares a outros profissionais como tu, com competências alternadas, que podem ser melhores que tu em coisas que não fazes tão bem, vais deixar de fazer a melhor coisa que existe no nosso mercado que é o Networking. Ou seja, criar relações, conhecer pessoas, trocar experiências, criar mutuas dependências.

Isso, realmente, é a coisa mais valiosa que nós temos porque é assim que nós evoluímos, é assim que o nosso marketing melhora e evolui.
Então se pensas que sabes fazer tudo, e até podes fazer tudo bastante bem feito (mas pode sempre ser melhor), é melhor eliminares esse mito porque é um dos principais responsáveis pela quebra da maior parte dos negócios online, principalmente nos que dizem respeito ao Marketing Pessoal.

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4º Mito do Marketing Digital – Tudo Se Acha Grátis na Internet

4º Mito do Marketing Digital – Tudo Se Acha Grátis na Internet

O mito de que vou falar agora é o mito do gratuito, de que tudo se encontra grátis na Internet. Este é um daqueles mitos poderosos. Provavelmente pensas assim, eu já pensei assim também mas, de facto, não é verdade.

Existem muitas coisas gratuitas, sim. Eu imagino o que é gratuito na Internet como se fosse um planador: montas-te num planador, não gastas gasolina nem nada disso mas é preciso que alguém, o motor de alguém, te leve e te coloque lá em cima.  Normalmente esse “motor” é uma coisa que precisas de comprar, algum curso que precisas de fazer, ou pessoas com quem precisas de te relacionar porque não tens ainda motor próprio e, então, vais usar os motores de outras pessoas. Como sejam programas de afiliados, como produtos de outras pessoas ou, podes mesmo comprar e vender produtos de outros.

Isso é o motor externo.
Em todo o caso, podes fazer isso uma ou duas vezes, comprar uma coisa ou outra, apanhar este motor que te leve lá acima, e depois planar no que é grátis, no que é gratuito na Internet. Podes fazer isso, toda a gente o faz, eu também o faço. Aproveito ao máximo o que é grátis, “espremo a vaca” como gosto de dizer, mas já sabendo que isso tem uma duração, um período de vida muito curto. Porquê?

Porque não tens um motor próprio. Passado algum tempo o planador cai porque deixou de ter aquela energia.
Então tu precisas de ir somando energia, precisas de criar o teu motor próprio.

E o motor próprio faz-se numa base diária, numa base de estudo e aprendizagem diária e de contacto e conexão com pessoas que têm os seus motores próprios.
É assim que nós ganhamos o nosso.

Isto faz-se só de uma maneira: gastando dinheiro. Nada que é muito valioso é gratuito.

Imagina, por que motivo é que alguém que tem uma solução muito grande para problemas de muitas pessoas poria essa informação na Internet sem cobrar nada por isso? Não há nenhuma razão para isso acontecer. Está a desvalorizar completamente o próprio trabalho, o próprio esforço e os próprios resultados.

Então não te iludas. Tudo o que existe gratuito na Internet é útil, sim, mas tem um período de duração e de vida curto.

Rapidamente precisas de te juntar aos melhores e isso, realmente, custa algum dinheiro. Precisas de investir continuamente em ti próprio com tempo, dinheiro, dedicação e talento.

Portanto se pensas que encontras tudo grátis na Internet, se és um dos adeptos deste mito, acho que é boa ideia começares a pensar de forma diferente porque aquilo que encontra na Internet leva-te até um determinado ponto e, a partir daí, é queda livre.

Por isso, pensa duas vezes quando começares a pensar desta forma. Não há almoços grátis. Todas as coisas têm um preço e na Internet não é diferente.

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5º Mito do Marketing Digital – O Piloto Automático

5º Mito do Marketing Digital – O Piloto Automático

Tenho visto sistemas na Internet que dizem que fica tudo em piloto automático, que não precisas de fazer nada, que carregas num botão e ficas rico já para a próxima semana, que para teres sucesso tens de ter tudo em piloto automático.

Este é o Mito do Piloto Automático.
O mito do Piloto Automático é muito poderoso porque é um mito que alimenta a preguiça, a falta de trabalho, o desleixo, a falta de relação.
A Internet não é diferente do mundo real, do mundo físico, no que diz respeito à necessidade de criar relações e não há forma de criar relações próximas em piloto automático.

Eu gosto de dizer que, quando temos uma lista enorme de pessoas anónimas e desconhecidas, podemos tratá-las de forma automatizada mas não temos resultados nem dinheiro com essas pessoas.

Temos resultados à medida que essas pessoas se vão aproximando de nós: compram algum produto ou aderem à nossa oportunidade ou integram no nosso projeto.

Aí, já não pode haver nada em piloto automático, temos de tratá-las de forma muito pessoal e muito personalizada.

Por isso, se pensas que podes ter um sistema inteiro e ficar rico na Internet completamente em piloto automático, falando de Marketing Pessoal e Internet Marketing, é melhor começares a pensar de forma um pouco diferente.

Porque ter resultados e ter sucesso na Internet dá trabalho, necessita obrigatoriamente que cries relações com pessoas, e as relações não se criam nunca em piloto automático.

Podem iniciar-se dessa forma, mas nunca terminam nessa forma e, para serem monetizadas e gerarem riqueza e valor, é preciso uma ligação pessoal muito forte.

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6º Mito do Internet Marketing – Todos os Sistemas de Afiliados São Iguais

6º Mito do Marketing Digital – Todos os Sistemas de Afiliados São Iguais

O mito sobre o qual quero falar agora é o seguinte:
Qualquer Sistema de Afiliados é bom.

Isso não é verdade.

Existem sistemas de afiliados melhores, outros piores, uns que pagam mais, outros que pagam menos mas, realmente, não é aqui o lugar para fazer um juízo de valor a esse respeito. Aqui é o lugar para fazer juízo de valor acerca de outra coisa: com que produtos te queres conectar ou ser conectado.

Então, quando estás a promover um sistema de afiliados, ou um produto de outra pessoa através de um sistema de afiliados, antes deves pensar, não quanto esse produto paga, mas em que é que isso abona a favor da tua reputação. Ou seja, se pelo facto de estares associado a esse produto ou pessoa ou sistema, se estás a passar a mensagem que queres ao seu público.

Porque, uma boa parte da nossa reputação vem daquilo que nós comunicamos, e uma outra parte vem das pessoas com quem nós nos associamos. Esta lei da associação é muito poderosa.

Não posso estar um dia a dizer que sou a favor da paz mas depois passar o meu tempo com os senhores da guerra e traficantes de armas e a ser visto e reconhecido como estando na convivência dessas pessoas.Então, há coisas que são incompatíveis umas com as outras. Claro que isto é um exemplo extremo, mas serve para ilustrar esta ideia.

Nem todos os sistemas de afiliados são bons para ti, e nem todos os produtos são bons para tu promoveres. Deves escolhê-los com cautela e cuidado, assim como as pessoas com quem te relacionas publicamente.

Isto é uma dica que tem tudo a ver com marketing pessoal e com este crescimento da tua reputação, portanto pensa um pouco menos o quanto paga aquele afiliado e pensa um pouco mais na imagem que vais passar junto da tua audiência ao estares a associar-te com ele.

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7º Mito do Marketing Digital – “Ah, mas as pessoas…”

7º Mito do Marketing Digital – “Ah, mas as pessoas…”

Chegamos ao último mito. Este mito é poderosíssimo. Não sei se já passaste por ele, eu já. E este mito resume-se numa frase muito simples:

“Ah, mas as pessoas…”

Então, se começares a enviar uma mensagem através de email no teu autoresponder, e tiveres 3 ou 4 pessoas que deixaram de subscrever, podes focar-te nesses 4 cancelamentos e dizer “ah, mas as pessoas estão a deixar de receber a minha newsletter”, mas assim não te estás a focar nas outras 1000 ou 2000 ou 500 ou 200 pessoas que vêm as tuas mensagens e que te dão muito valor.

Se ouvires dizer “ah, mas as pessoas acham caro” ou “ah, mas as pessoas não querem” ou “ah, mas as pessoas procuram outras coisas” ou seja o que for, estas “pessoas” são uma figura mitológica que, realmente, não existe.

O que existe é o teu segmento, a tua audiência. E o que a tua audiência faz é que conta, não o que fazem as outras pessoas, as pessoas de fora.
Eu já mencionei noutras circunstâncias que vais trabalhar com as pessoas que se aproximam de ti, e as outras que estão de fora estão de fora e portanto não tem nenhum problema. Todas as pessoas são livres. Mas, tu precisas de saber que “as pessoas” (e este é o mito) não existem.

Por isso, isto ajuda-te a relativizar tanto os teus sucessos, como os teus fracassos.

“Pessoas” não te batem palmas,
“Pessoas” não te adoram,
“Pessoas” não te admiram,
“Pessoas” não te criticam,
“Pessoas” não dizem mal de ti
porque estas pessoas não existem.

O que existe é a tua audiência, o teu público. E é com esta audiência que tens de te identificar e comunicar.

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